Futhorc
Gyfu é a dádiva, e o poema associa-a aos que nada mais possuem: a generosidade confere honra e amparo, e para os deserdados ela é o próprio sustento. Hoje algo é oferecido, por ti ou a ti. Aceita com simplicidade ou dá de forma desinteressada. O que corrompe uma oferta é o livro de contas que se abre secretamente depois, de qualquer um dos lados.